Veja como era viajar de avião nos anos 50, 60 e 70

Você consegue imaginar como era viajar de avião nas décadas de 1950, 1960, 1970? A rotina dos aeroportos e as aeronanes de hoje em nada lembram a era de ouro da aviação comercial.

Viajar de avião naquela época era um evento para poucos. Os preços das passagens eram caros em se comparando com os valores atuais.

1950sUnlimited/Flickr

Passageiros na Primeira Classe de Boeing-747 da Continental Airlines nos anos 70

Só para se ter uma ideia, na década de 50 os bilhetes chegavam a custar 40% ou mais do que pagamos hoje. Em 1955, uma passagem de ida e volta de Chicago a Phoenix (uma distância de cerca de 2.700 quilômetros) custava US$ 138, que, se consideramos a inflação neste período, equivale atualmente a US$ 1.168 (R$ 2.715).

Mas se os preços das passagens eram salgados, o serviço de bordo e o conforto das aeronaves não deixam nada a desejar. As empresas ofereciam uma série de mimos e pequenos luxos que praticamente não existem mais hoje em dia. A não ser que você viaje de primeira classe.

As aeronaves tinham mais espaço entre as poltronas e para bagagens de mão, proporcionando mais conforto durante a viagem.

Reprodução

Refeição servida no Boeing-707 da PAN AM nos anos 60

Refeições

Nas viagens de longa distância as empresas ofereciam refeições completas e bebidas como vinho e uísque. O jantar era servido em pratos de porcelana e o vinho, em taça de cristal. Os aviões de grande porte chegavam a contar com 15 comissários de bordo.

O serviço de borda da antiga Varig chegou a ser premiado como o melhor do mundo em 1979 pela revista americana “Air Transport World”.

Com informações dos sites FastCompanyTudo Interessante e do livro “Estrela brasileira”, de Claudia Vasconcelos (Editora KBR)

Site ajuda a encontrar hospedagem de graça ao redor do mundo

O Worldpackers faz a ponte entre os hostels que têm ‘vagas’ disponíveis para trabalho voluntário e o viajante

Viajar é a melhor coisa do mundo. Mas conhecer novos países e outras culturas requer um pouco de dinheiro. Foi pensando nisso que dois amigos criaram um projeto que possibilita que viajantes consigam hospedagem de graça em qualquer lugar do mundo em troca de algumas horas de trabalho.

Worldpackers faz a ponte entre os hostels que têm ‘vagas’ disponíveis para trabalho voluntário e o viajante.  São diversas opções que vão de DJ a barman, de pintor a recepcionista, entre outros.

Reprodução

Para o “mochileiro” é extremamente vantajoso já que ele tem uma cama garantida, conhece pessoas do mundo inteiro, pratica e aprende idiomas, conhece outras culturas, pode receber refeições gratuitas e ainda desfruta de toda a atmosfera do hostel.

O  hostel também sai ganhando, pois garante um staff motivado, internacionalização de seu espaço e economiza recursos.

Atualmente o site, em inglês, tem mais de 1.000 voluntários e 190 hostels cadastrados espalhados por 70 países, como China, Filipinas, Portugal, Índia, Dinamarca, Estados Unidos, Nova Zelândia, África do Sul, entre outros.

Reprodução/Youtube

A meta é lançar versões do site em português, espanhol, francês e alemão e atingir 1.000 hostels ainda este ano, segundo Riq Lima, um dos fundadores do site, que largou um emprego estável em um banco em São Paulo para conhecer o mundo há cerca de três anos.

Eric Faria, o outro fundador do site, também tem uma história parecida com a do amigo. Ele largou o emprego de auditor em São Paulo para morar na Califórnia.

Os dois se conheceram no hostel que Eric era gerente. “Decidimos unir meu conhecimento de viagens pelo mundo com o conhecimento dele de voluntários e montamos a plataforma”, diz Riq.

Passaporte para cães e gatos começa a ser emitido no país

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento começou a emitir nesta segunda-feira (24) o passaporte para cães e gatos.

O documento poderá substituir o atual Certificado Veterinário Internacional (CVI) e não é obrigatório — caberá ao dono decidir se prefere aderir ou não. De acordo com a veterinária Mirela Eidt, fiscal do ministério, a vantagem de tirar o novo documento é que as informações estarão todas reunidas em um lugar só, e o passageiro perderá menos tempo esperando a liberação do animal para o transporte.

Antes de fazer o passaporte, o proprietário deve procurar um veterinário em estabelecimento especializado para implantar um microchip no animal para facilitar sua identificação em qualquer país. O objeto tem o tamanho de um grão de arroz e fica sob a pele do bicho.

Para tirar o documento, é preciso ir até as unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), situadas em aeroportos, portos e postos de fronteira nos estados.

Por enquanto, das 10 das unidades, apenas Recife, Belém e Brasília estão fazendo o requerimento do passaporte. As sete restantes (Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, Fortaleza, Campinas, Campo Grande) aguardam orientações do ministério para iniciar o processo.

De acordo com o ministério, os passaportes ainda não foram entregues às unidades, mas o requerimento já pode ser feito em todas elas, já que o prazo de emissão do documento é de 30 dias.

 

Países

Por enquanto, os únicos países que aceitam o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos são os do Mercosul: Uruguai, Paraguai, Venezuela e Argentina. Mas, segundo o ministério, ainda em março deve ocorrer uma atualização com a inclusão de mais países, como os da União Europeia.

Entre as informações que constam do documento estão o nome e endereço do dono; a descrição do animal; nome, espécie, raça, sexo, pelagem e data estimada de nascimento; número de identificação eletrônica do animal (microchip); dados de vacinação e exame clínico fornecidos por médico veterinário. Ele será expedido nos idiomas português, inglês e espanhol.

É preciso levar, para fazer o requerimento, um documento de comprovação de aplicação do microchip, atestado de saúde do animal e documentos de identificação e comprovante de residência do proprietário. O animal deve ir junto com o dono para a solicitação.

O passaporte vale por toda a vida do bicho, mas as informações sanitárias devem ser validadas a cada nova viagem.

 

Fonte: G1

Regras da Receita Para Compras no Exterior(Atualizado)

Malas

Atualizado em 25 de Fevereiro de 2014

Em agosto de 2010 os blogs entraram em polvorosa com o anúncio de uma instrução normativa da Receita Federal que estabelecia novas regras para trazer alguns artigos comprados no exterior. Pois ela entrou em vigor dia 1 de Outubro de 2010 e mesmo depois de vários anos, pouca gente ainda sabe o que esperar quando desembarcar no Brasil. Agora a declaração pode ser feita online, pelo site da Receita e se assim desejar, o viajante pode fazer isso antes de voltar para o Brasil.

Aqui algumas informações:

A instrução normativa pode ser lida na íntegra neste link.

Em resumo, o que mudou:

– Celular, Máquina Fotográfica e Relógio, estão isentos da cota de US$500.00 quando forem artigos de uso ou consumo pessoais. Mas isso quer dizer, que se você traz uma máquina fotográfica pra vender, ela entra na cota. E claro, pra caracterizar uso pessoal, não pode ser mais de um e de preferência, traga fora da caixa e já sendo usado.

– A melhor das notícias foi para fotógrafos, mas que eu acho, devem usar a noticia com cautela e esperar pelos próximos dias: Acessórios para máquinas também estão liberados: fontes, baterias e lentes. Sim… as lentes, entram também na isenção da cota se forem comprovadas para uso pessoal!!! Mas tome cuidado, porque, se trouxer duas iguais, uma tem que ser declarada. (Atenção – vários fotógrafos estão tendo problemas para entrar no país de volta com as cameras

– Não existe mais declaração de saída. Portanto, se você quer comprar uma câmera nova, ou celular, ou relógio, deixe a(o) antiga(o) no Brasil, para não dar confusão na hora da volta.

O que continuou o mesmo:

– Laptops, tablets, filmadoras e jogos eletronicos, continuam fazendo parte da cota de US$500.00, ou seja, se custarem mais de US$500 você tem que declarar e pagar o imposto devido.

– Artigos para serem comercializados também fazem parte da cota.

Algumas Observações

– Muita gente “dá sorte” na passagem para a Alfandega, mas depois de muitos relatos de leitores, a conclusão é que estamos a mercê dos funcionários dos aeroportos. Há relatos de quem foi parado e teve equipamento fotográfico usado apreendido depois de uma viagem ao exterior a trabalho, bolsas e roupas de grifes usadas também com imposto cobrado. A melhor maneira de se prevenir, é se informar, andar com uma cópia da instrução normativa e se você já vai levar algum equipamento ou bolsas/roupas de grife para fora do Brasil, ande com a nota fiscal de compra. Se os produtos foram comprados no exterior e você não declarou anteriormente, vai ter que pagar dessa vez.

– Vestido de noiva só conta como uso pessoal se você tiver usado/casado nos Estados Unidos. Como prova você pode mostrar fotos do casamento nos Estados Unidos.

– Roupas e enxoval de bebês não contam como uso pessoal se o bebê ainda não tiver nascido.

– Atenção para os limites quantitativos:

– 12 litros de bebidas alcoólicas no total;
– 10 maços de cigarros/ 25 unidades de charutos ou cigarrilhas / 250 gramas de fumo;
– 20 unidades de produtos que custaram menos de US$ 10, sendo que, no máximo, 10 iguais; e
– 20 unidades de demais produtos, desde que não mais do que três iguais.

– O propósito e duração da viagem também contam.. se a viagem foi a passeio, você passou uma semana e comprou 5 malas de roupa, isso não caracteriza uso pessoal.

– Se você pretende usar os produtos em uma próxima viagem, se for eletrônico por exemplo, o caminho mais fácil é fazer a declaração para ter a comprovação de importação.

A seção de perguntas e Respostas(FAQ) da Receita Federal está no ar  e estou copiando aqui algumas perguntas que achei mais interessantes:

1.1. O que se entende por bagagem?

– A bagagem é constituída pelo conjunto de bens novos ou usados que um viajante, em compatibilidade com as circunstâncias de sua viagem, possa destinar para seu uso ou consumo pessoal, bem como para presentear, sempre que pela sua quantidade, natureza ou variedade, não permitam presumir importação ou exportação com fins comerciais ou industriais.

– Bens de uso ou consumo pessoal são os artigos de vestuário, higiene e demais bens de caráter manifestamente pessoal, em natureza e quantidade compatíveis com as circunstâncias da viagem.

Exemplos: roupas, calçados, óculos, perfumes, relógio, máquina fotográfica, telefone celular, brinquedos, aparelhos eletrônicos, utensílios domésticos, objetos de decoração, equipamentos para a prática de esportes ou para atividades profissionais, entre outros.

 1.3. O que se entende por bens de uso ou consumo pessoal?

Cabe esclarecer que são bens de caráter manifestamente pessoal aqueles que o viajante possa necessitar para uso próprio, considerando as circunstâncias da viagem e a sua condição física, bem como os bens portáteis destinados a atividades profissionais a serem executadas durante a viagem, excluídos máquinas e aparelhos que requeiram alguma instalação para seu uso (assim entendidos, por exemplo, um computador de mesa, um aparelho de ar condicionado, ou um projetor de vídeo) e máquinas filmadoras e computadores pessoais. (Nota minha: Laptops e Máquinas Filmadoras estão excluídas viu!!!) Uma máquina fotográfica (ainda que possua função “filmadora”), um relógio de pulso, um telefone celular (inclusive smartphone), um aparelho reprodutor de áudio/vídeo portátil, ou pen drive, usados (ver pergunta 1.12), por exemplo, estão abrangidos pelo conceito de bens de caráter manifestamente pessoal.

1.11. Existe um período mínimo de tempo para que um bem seja considerando usado? Mais especificamente, se o viajante comprar um relógio novo no exterior e, em seguida, usá-lo, poderá importar esse bem sob o conceito de bem de caráter manifestamente pessoal?

– Não existe um período mínimo de tempo para que um bem seja considerado usado. Se o bem for usado uma única vez deixará de ser novo. Caso um viajante compre um relógio no exterior, poderá trazê-lo sob o conceito de bem de caráter manifestamente pessoal. Contudo, caso o viajante tenha saído do Brasil com seu relógio e tenha no exterior adquirido e usado outro, este não será considerado compatível com as circunstâncias da viagem, a menos que se comprove defeito do relógio originalmente levado.

 1.15. O viajante pode trazer do exterior, com o tratamento de bens de uso e consumo pessoal (isenção), bens que não se destinem ao seu uso próprio, ou bens para presentear?

Não. Os bens para presentear estão sujeitos a tributação no que exceder aos limites estabelecidos no art. 7º da Portaria MF nº 440/2010, regulamentado pelo artigo 33 da Instrução Normativa RFB nº 1.059/2010. Os bens de uso e consumo pessoal, como o próprio nome sugere, são pessoais e intransferíveis, a título gratuito ou oneroso.

1.16. Que bens podem ser considerados compatíveis com as circunstâncias da viagem no caso de viajante que permaneça no exterior por menos de um dia?

– É comum, principalmente nas fronteiras terrestres, que viajantes dirijam-se ao exterior para efetuar pequenas compras, voltando no mesmo dia. Nessas circunstâncias, em que o viajante sai do País sem a necessidade de pernoite no exterior, muitas vezes sem malas, torna-se compatível com as circunstâncias da viagem, para efeito de enquadramento como bem de uso ou consumo pessoal adquirido no exterior, apenas o vestuário e o material de higiene e toucador necessários ao uso do viajante durante o período.Para ver todas as perguntas e respostas, vá osite da Receita Federal!

Fontes: Receita FederalJornal O Globo

Manual do Pet Viajante

A DECISÃO

• Se eu não for um pet amigável e comportado, considere frequentar algumas aulas de obediência básica comigo antes de iniciarmos as viagens juntos.
• Se eu for muito jovem, muito velho, estiver doente ou grávida talvez seja melhor deixar-me em algum lugar onde eu seja bem cuidado e espere tranquilamente você voltar.
• Se é a minha primeira viagem, prefira um fim-de-semana em vez de uma longa viagem.
ANTES DE PARTIRMOS
  • Ponha na minha coleira uma etiqueta de identificação, informando o meu nome, o seu nome e o nosso número de telefone.
  • Não esqueça o kit básico de primeiros socorros. O meu veterinário pode te ajudar a escolher os itens necessários.
  • Se a viagem for muito longa, cansativa ou mesmo estressante (como é o caso das viagens de ônibus, onde eu tenho a chance de ser transportado no bagageiro), considere a utilização de um tranquilizante para que eu viaje mais confortavelmente. Mas, ATENÇÃO: somente com orientação do meu veterinário!!!!!
  • Tenha sempre a minha vacinação em dia.
  • Me proteja contra pulgas e carrapatos. Ah, e não se esqueça do vermífugo e de remédios preventivos para o verme do coração se formos para o litoral.
  • Certifique-se de que estou em perfeitas condições de saúde. Me leve para um check-up com o meu Vet antes da viagem.
  • Embale a minha ração preferida em quantidade suficiente para a duração da viagem.
  • Eu também devo ter a minha bagagem com todos os meus itens pessoais (confira o Check List no final).
  • Tenha sempre uma fotografia minha. Se eu me perder, ajudará a identificar-me durante a busca.
  • Qualquer que seja o nosso destino, confirme se o hotel escolhido realmente aceita animais.
DOCUMENTAÇÃO
  • A primeira documentação a ser providenciada é a carteira de Vacinação devidamente regularizada (com todas as minhas vacinas em dia) e assinada pelo meu Veterinário. Dê especial atenção à vacinação anti-rábica pois ela é indispensável para viagens de qualquer esfera (nacional ou internacional). A vacina é exigida para animais acima de 90 dias de idade, deverá ter sido aplicada pelo menos 30 dias antes da data da viagem, no caso da primeira dose, e é válida por um ano.
  • Se a nossa aventura for em alguma cidade do Brasil, segundo a Instrução Normativa nº 18, de 18 de Julho de 2006, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os cães e gatos, não sendo consideradas espécies de peculiar interesse do estado, ficam dispensados da exigência da GTA (Guia de Trânsito Animal); devemos apresentar apenas um  “Atestado de Saúde” ou “Certificado Sanitário” emitido por médico veterinário devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina veterinária da Unidade Federativa de origem do animal e contendo as seguintes informações: raça, nome e origem do animal (informações do Pedigree se houver); estado geral de saúde; nome do proprietário (qualificação completa) e destaque para a comprovação de imunização anti-rábica.
  • Agora, se o passeio ultrapassa as fronteiras do nosso país, devemos apresentar o (CZI) Certificado Zoosanitário Internacional, emitido gratuitamente pelo Ministério da Agricultura, nos aeroportos internacionais ou na sede do Ministério da Agricultura de cada Estado. Clique Aqui e veja um modelo de Formulário do Certificado Zoosanitário Internacional (CZI).
  • Para obter o CZI, é preciso realizar uma consulta com o médico veterinário do Ministério da Agricultura localizado no Aeroporto Internacional ou na sede do Ministério, mais próximo da sua casa. Em alguns estados, é possível agendar a consulta, por telefone ou pessoalmente. Mas, na maioria dos locais, o atendimento é feito por ordem de chegada.
  • No processo de obtenção do CZI, é necessário apresentar o “Atestado de Saúde” ou “Certificado Sanitário” emitido por médico veterinário (com validade máxima de 03 dias) e atestado de vacinação, com especial atenção à vacina anti-rábica segundo critérios citados acima.
  • A validade média do CZI para transportes aéreos é de dez dias, mas esse prazo pode variar de acordo com o destino da viagem. Por exemplo, para a América Latina são 7 dias, EUA são 10 dias e União Européia são 4 meses. No caso de transporte marítimo ou rodoviário, a validade do certificado será estabelecida tendo em vista o tempo estimado da viagem.
  • Ainda em caso de viagem internacional, verifique se eu atendo todas as normas vigentes exigidas pelo Serviço de Sanidade Animal que controla e orienta as atividades da importação e exportação de animais no Brasil. Mais informações podem ser obtidas no site do Serviço de Gestão da Vigilância Agropecuária (www.dfasp.gov.br) ou contato prévio com a VIGIAGRO (Vigilância Agropecuária Internacional). E verifique também nas embaixadas ou consulados as exigências específicas de cada país de destino para entrada de pets.
  • Alguns destinos estabelecem regras um tanto complicadas para a entrada de pets. Se formos para a União Européia, por exemplo, eu devo ter um microchip de identificação aplicado e fazer um teste de titulação de anticorpos da raiva em algum laboratório autorizado. Isso tudo pelo menos 90 dias antes da nossa viagem. Alguns países possuem uma legislação ainda mais rígida, como é o caso de:  Reino Unido, Irlanda, Suécia, Noruega, Malta, Japão, Nova Zelândia, Austrália, Havaí (nos EUA), África do Sul, Singapura, entre outros.
  • Em muitos destinos, é exigido um período de quarentena para as autoridades certificarem-se que o animal não apresenta nenhuma doença. Esse período pode variar bastante de acordo com o país.
  • E ainda existem aqueles países onde eu serei barrado de qualquer maneira, pois eles não aceitam a entrada direta de animais procedentes do Brasil.
  • Caso o nosso destino seja um destes, é melhor conversar com um especialista ou até mesmo contratar os serviços de um Pet Despachante. Assim nos asseguramos de que eu farei uma boa viagem e serei bem-vindo no nosso destino.

 

Dúvidas sobre a legislação do país de destino? Consulte a DOC DOG.

CAIXA DE TRANSPORTE

  • Escolha uma caixa resistente e ventilada, com espaço suficiente para que eu possa dar um giro de 360 graus. Mas não exagere no tamanho, pois posso me machucar caso haja algum movimento brusco do veículo, uma turbulência no avião ou mesmo no embarque e desembarque.
  •  Se for a primeira vez, me dê alguns dias, antes da nossa partida, para que eu me familiarize com o novo espaço. A cada dia, pouco a pouco, me deixe fechado por alguns minutos. Repita a operação, aumentando o tempo de permanência até que eu me sinta seguro lá dentro.
  • Para deixar a caixa mais confortável, forre o interior com panos, jornais ou algum outro material absorvente.
  • Pratos de comida e água devem ficar fixos na caixa de transporte. Bem como tenha certeza de que os parafusos e peças da caixa estão firmes, assim ao sacudir eles não correm o risco de se soltarem.
  • Coloque na minha caixa o meu brinquedo favorito e a minha manta, se a tiver, para que eu me sinta mais acolhido.
  • Quer saber como calcular o tamanho da minha caixa de transporte?

A = Comprimento do animal, desde o focinho até a base do rabo.

B = Altura das pernas.

A+ ½ B = Extensão da embalagem.

C = Largura das costas do animal.

C x 2 = Largura da embalagem.

D = Altura do animal em pé, do topo da cabeça ou da extremidade da orelha, o que for mais alto.

 

 

VEJA DICAS ANIMAIS NOS VÍDEOS A SEGUIR
(Vídeos em Inglês)

A ESCOLHA DA CAIXA DE TRANSPORTE ADEQUADA 

Fonte: Pet Relocation
QUAL O TAMANHO CERTO DA CAIXA DE TRANSPORTE?

Fonte: Pet Relocation
COMO ACOSTUMAR O PET À CAIXA DE TRANSPORTE?

VIAGEM POR TERRA

 

amos de Carro?

 

  • Escolha um horário que seja mais tranquilo para a nossa partida evitando, principalmente, horários de muito trânsito ou calor.
  • Não me deixe preso dentro do automóvel fechado, principalmente quando estiver estacionado sob o sol.
  • Faça paradas a cada 2 horas para que eu possa exercitar-me e fazer as minhas necessidades. Aproveite estas paradas para me oferecer um pouco de água.
  • Alguns pets podem sofrer enjoos durante a viagem, por isso, uma refeição leve 2 ou 3 horas antes da partida é o mais indicado. Evite me alimentar durante a viagem e mantenha-me hidratado. Cubos de gelo, se disponíveis, são uma ótima alternativa. Se eu vomitar, não me force a comer.
  • Não me transporte solto dentro do veículo!!! Um pet movendo-se dentro de um automóvel, pode atrapalhar a condução e, numa fração de segundos, tirar a concentração dos motoristas, causando acidentes. Sem falar que um pet incontido não somente é um perigo, como também pode ser perigoso. Num acidente, este pet pode perfeitamete ser tranformado em um projétil. Para se ter uma idéia, numa colisão a menos de 50km por hora, um cão com cerca de 28kg, pode ser lançado contra um pára-brisa, o encosto de um banco de passageiro ou até mesmo contra outro passageiro gerando um impacto com uma força maior do que 540kg!!!! E, ainda que, milagrosamente, não se machuque durante o acidente, um cão solto e assustado, pode atrapalhar os trabalhos de resgate, atacar os socorristas ou mesmo fugir quando abrirem o carro.
  • Portanto, as formas mais seguras de transportar pets são: adequadamente contido, preferencialmente, no banco traseiro ou, em alguns casos, na bagageira (mas, lembre-se de que, no caso de colisões nessa parte do veículo, seu pet provavelomente será tingido).
  • A contenção pode ser feita através de caixas de transporte apropriadas, grades adaptadas aoveículo ou cintos de segurança (mais comumente utilizados). As caixas de transporte são especialmente importantes para gatos por serem mais ariscos e para pets pequenos por se sentirem mais protegidos.
    Cintos de segurança são ideais para animais de porte grande, funcionam como um peitoral com uma guia que encaixa no no engate do cinto de segurança padrão dos automóveis. Os cintos para pets podem ser encontrados em diferentes tamanhos. Escolha o mais adequado ao meu porte . Nem maior, nem menor do que o necessário.
  • Seja qual for a sua opção, me transporte com segurança e nunca no banco da frente. Além de me proteger durante eventuais colisões ou freadas bruscas, isso garante que estamos dentro da lei. O transporte de animais no Brasil está regulamentado através da lei nº 9.503, que instituiu o novoCódigo de Trânsito Brasileiro. Os artigos 235 (proíbe o transporte de animais nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados e com total segurança) e 252 (Proíbe o transporte de animais à esquerda, entre os braços e pernas do motorista) regulamentam o assunto. Infringir quaisquer uma destas normas, pode acarretar multas, pontos somados à sua licença de motorista e a possível apreensão do nosso veículo.

Vamos de ônibus? 

  • Na esfera legislativa federal, a Instrução Normativa nº 18/2006, do Ministério da Agricultura, indica em seu art. 3º que cães e gatos estão dispensados da exigência da GTA (Guia de trânsito animal), porém deverão estar acompanhados de atestado sanitário, emitido por médico veterinário, comprovando a saúde do animal, principalmente atestando a vacinação anti-rábica.
  • Já no âmbito dos Estados existe a falta de legislação pertinente ao transporte rodoviário de pequenos animais.  Entretanto registra-se um avanço em alguns estados, como é o caso do Rio Grande do Sul, onde a Lei nº 12.900, regulamentada pelo Conselho de Tráfego do Daer (Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem) com a resolução nº 4.938/08, autoriza e disciplina o transporte de animais domésticos nos sistemas regular e especial do transporte intermunicipal de passageiros no estado.
  • A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP), por sua vez, orienta as empresas de transporte rodoviário e suburbano intermunicipais, do sistema regular, e usuários quanto ao transporte de animais domésticos, através do artigo 31, item VII do Decreto 29.913.
  • Nos demais estados, independente da existência de uma legislação específica, boa parte das empresas rodoviárias aceita transportar cães e gatos de pequeno porte, desde que você, meu dono, atenda a procedimentos básicos como: apresentar documento firmado pelo meu vet, atestando as minhas boas condições de saúde, emitido no máximo15 dias antes da data da viagem; apresentar a minha carteira de vacinação atualizada, na qual conste pelo menos as vacinas anti-rábica e polivalente. Eu devo ser acomodado em uma caixa de transporte, com dimensões apropriadas, e ser mantido em boas condições de higiene, segurança e conforto. A caixa de transporte deve ser alojada, preferencialmente, no assoalho do ônibus, próximo ao seu assento e restrito ao espaço físico de sua poltrona. Devo permanecer confinado durante toda a viagem, sendo proibida a minha acomodação no corredor do veículo ou ocupando um assento de passageiro.
  • Excepcionalmente, posso ser transportado no bagageiro, desde que o veículo possua compartimento isolado, com perfeitas condições de iluminação, ventilação e segurança, garantindo o meu bem estar.
  • Algumas empresas me transportam gratuitamente, outras cobram uma taxa que pode variar de acordo com a empresa e a linha.
  • A sedação não é exigida, ficando ao seu critério de acordo com a nossa necessidade. Mas, lembre-se de consultar o meu vet sobre isso!!!
  • Em todos os casos, é proibido o transporte de fêmeas grávidas ou no cio e deve-se preservar a comodidade, segurança e conforto dos demais passageiros.
  • E, em todo o território nacional, gozam de prerrogativa quanto ao livre trânsito, os deficientes visuais com os seus cães-guia.  Já que a Lei Federal nº 11.126/2005 assegura ao portador de deficiência visual o direito de ingresso e permanência com o animal em veículos e nos estabelecimentos públicos e privados de uso coletivo e especifica como discriminação – sujeita a interdição e multa – qualquer tentativa que vise impedir ou dificultar o gozo do direito previsto.

 

Fontes:

Secretaria de Transportes de São Paulo   
Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem

 

Veja Informações das Empresas Rodoviárias
Auto Viação Bragança

Para garantir o conforto e a segurança dos clientes, o transporte de animais domésticos é cercado de alguns cuidados importantes.

 

Caso queira viajar com seu cão ou gato de estimação, siga estes procedimentos para evitar transtornos na hora do embarque:

  • Carteira de vacinação de seu animal atualizada, além de um atestado de sanidade animal emitido por um médico veterinário.
  • Além da posse destes documentos, o seu animal deverá estar acomodado em recipiente apropriado para transporte que poderá ser facilmente encontrada em pet shops.

 
Empresa Barroso

 

Para o transporte de animais domésticos, os seguintes procedimentos devem ser tomados:

  • O animal deve estar em dia com a vacinação, conforme caderneta própria.
  • O proprietário deve obter, de um veterinário, um laudo ou atestado de sanidade do seu animal.
  • O animal não pode ser transportado de modo a, eventualmente, poder causar desconforto ou transtorno a outros usuários, e deve ser transportado em embalagem padrão.

 

 

Expresso do Sul

 

  • A Expresso do Sul foi a primeira empresa de transporte rodoviário a oferecer aos seus clientes um espaço exclusivo para o transporte de animais. Trata-se do Espaço Pet. Localizado na parte inferior do veículo, ele possui ventilação e iluminação própria, e foi projetado e decorado para oferecer maior segurança e conforto ao seu animal de estimação durante a viagem.
  • Para que o cliente Expresso do Sul possa viajar com o seu animal de estimação (gatos e cães), deverá seguir as orientações contidas na Instrução Normativa nº 18, de 18 de julho de 2006, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

 

 

Itapemirim

 

O transporte de animais em serviços rodoviários é uma situação muito especial. Por isso, fique atento às seguintes orientações:

 

 Cães e gatos: 

  • Deverão estar acompanhados de “Atestado Sanitário para o Trânsito de Cães e Gatos”, emitido por médico veterinário devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de origem do animal;
  • Se tiver com idade superior a 90 dias, deverão estar acompanhados de comprovante de vacinação anti-rábica, com data superior a 30 dias antecedentes ao embarque e inferior a um ano (conforme determinação da ANVISA). 

 Demais animais (domésticos): 

  • Deverão estar acompanhados da GTA (Guia de Trânsito Animal), fornecida pelo Ministério da Agricultura e seus postos autorizados, e atestado de saúde e vacina em dia, fornecido pelo veterinário responsável.
  • Caso o embarque do animal envolva traslados internacionais, este deverá estar acompanhado do Certificado Zoo-Sanitário Internacional (CZI), válido por oito dias. 

 Animais silvestres:

 

  • Além da GTA (Guia de Trânsito Animal) e do atestado de saúde e vacina em dia, deverão estar acompanhados de autorização de transporte emitida pelo IBAMA.
  • Notas:

a) O animal deverá estar acondicionado, durante toda a viagem, em gaiola ou maleta adequada e especialmente fabricada para transporte de animais;

b) O animal não pode ser transportado de maneira que, eventualmente, cause desconforto ou transtorno aos outros usuários;

c) Caso o animal ocupe poltrona, adquira assento para a viagem.

 

Planalto Transportes 

  • A cada viagem podem ser transportados, no máximo, dois animais domésticos (com até oito quilos cada) e um cão-guia, caso acompanhe algum portador de deficiência visual.
  • Para isso, os bichinhos devem estar sedados, acomodados em contêineres próprios e comprovarem boa condição de saúde e vacinação em dia.
  • Os mascotes serão alojados no assoalho do ônibus, próximos a seus donos, e será cobrado 50% do valor da passagem.

 

 

Real Expresso

De acordo com o inciso V, do artigo 30 do Decreto nº. 2.521, de 20 de março de 1998, o usuário dos serviços de transporte interestadual terá recusado o embarque ou determinado seu desembarque, quando transportar ou pretender transportar embarcar consigo animais domésticos ou silvestres, sem o devido acondicionamento ou em desacordo com disposições legais ou regulamentares.

 

– Assim sendo, conforme previsto nas normas de defesa sanitária animal, deverão ser seguidas as orientações abaixo:

  • O trânsito de animais nas viagens interestaduais somente poderá ser feito com a apresentação da GTA – Guia de Trânsito Animal, conforme modelo definido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, na Instrução Normativa n° 18, de 18.07.06.
  • A GTA será fornecida pelos Órgãos oficiais de defesa animal das Unidades Federativas, com base no registro de procedência dos animais e no cumprimento das exigências de ordem sanitária estabelecidas para cada espécie.
  • O trânsito de cães e gatos fica dispensado da exigência da GTA quando esses animais estiverem acompanhados de atestado sanitário emitido por médico veterinário devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária da Unidade Federativa de origem dos animais, comprovando a saúde dos mesmos e o atendimento às medidas sanitárias definidas pelo serviço veterinário oficial e pelos órgãos de saúde publica, com destaque para a comprovação de imunização anti-rábica.
  • Para emissão de GTA, nas unidades administrativas onde não existam ou sejam em número insuficiente os médicos veterinários ou funcionários autorizados dos órgãos oficiais de defesa sanitária animal, o médico veterinário sem vínculo com a Administração Federal, conforme previsto no item 3, deverá atender as exigências de Habilitação, de acordo com a  Instrução Normativa n° 15, de 30.06.06, do MAPA.
  • O animal não poderá ser transportado de modo a, eventualmente, pode causar desconforto ou transtorno a outros usuários. Deverá viajar dentro do bagageiro, dentro de uma embalagem própria.

 

 

Viação Anapolina

 

  • Segundo a instrução Normativa n° 18/2006, artigo 3°, cães e gatos estão dispensados da exigência da GTA (guia de trânsito animal), mas é indispensável obter atestado de saúde do animal junto a um médico veterinário, portar sempre a carteira de vacinação atualizada, fazer sempre uso de uma caixa própria para acondicionamento e se possível, utilizar um sedativo para garantir a tranqüilidade de todos os passageiros durante o trajeto.

 

Viação Jardinense

  • Animais somente poderão viajar sob a responsabilidade de um passageiro, com autorização do IBAMA (quando necessário, no caso de animais silvestres) e acomodado em embalagem própria.
  • O transporte do animal só será permitido se não houver comprometimento do conforto e da segurança dos clientes.

 

Viação Graciosa

  • Os animais devem estar devidamente acondicionados em caixas, gaiolas ou recipientes próprios para a função, e em acordo com a legislação pertinente.
  • Considere, porém, a possibilidade de alguém ser alérgico à pelagem do animal, ou de sentir-se, de qualquer forma, desconfortável com a presença dele no veículo; pois o regulamento aplicado pelo DER/PR não permite o transporte de produtos ou animais que comprometam a segurança e o conforto dos demais passageiros. Há portanto o risco do animal ser transportado no bagageiro.

 

Viação Ouro e Prata

 

O transporte de animais nas linhas intermunicipais é permitido, desde que de acordo com as disposições legais e regulamentares. Devem ser seguidas as seguintes determinações:

 

  • Fica limitado o transporte de até 2 (dois) animais domésticos, prevalecendo o direito para aqueles que primeiramente pagarem a tarifa;
  • O transporte de cada animal será realizado mediante o pagamento de 50% (cinqüenta por cento) do valor da passagem;
  • No embarque deve ser apresentado o atestado médico veterinário, declarando boa condição de saúde do animal;
  • O animal deve estar em dia com a vacinação, conforme caderneta própria;
  • O animal deve, obrigatoriamente, estar sedado durante a viagem;
  • O animal deve ser transportado de modo a não causar desconforto ou transtorno para outros usuários. Seu transporte deve ser feito em embalagem padrão;
  • O não cumprimento de qualquer dispositivo deste regulamento acarretará a recusa, pela transportadora, de embarque e transporte do animal.

 

Viação Sudoeste 

 

  • Ao usuário será recusado embarque ou determinado desembarque quando pretender embarcar com animais não devidamente acondicionados ou em desacordo com legislação pertinente.

(O Portal “Turismo 4 Patas” não tem responsabilidade pelas informações e valores que foram obtidos através dos sites das empresas em Abril/2010. Antes de fazer a sua reserva ou compra de passagens, consulte a empresa e confirme a aceitação de pets)

 

VIAGEM AÉREA

  • Consulte a companhia aérea para verificar normas e tarifas específicas bem como informar-se sobre as exigências para transporte de pets.
  • Neste caso, a caixa de transporte é a nossa única opção. Veja as informações necessárias no capitulo referente.
  • Posso ser transportado na cabine ou como carga viva (porão). Mas, para que eu possa te acompanhar na cabine vai depender do meu peso junto com a caixa de transporte. O limite varia de 5 a 10 quilos, depende das normas da companhia aérea. Neste caso, a minha caixa de transporte deve ser flexível e impermeável, para caber embaixo do banco.
  • Agora, se o meu peso exceder o limite da companhia aérea para a cabine, a única opção é viajar no compartimento de cargas, como a carga viva. O compartimento de cargas é preparado para animais vivos, e tem pressurização e climatização igual a da cabine. Lá, eu ficarei sozinho, mas é mais rápido para me acalmar, já que não tem muito barulho, nem muita luz, e nem cheiro de comida passando pra lá e pra cá.
  • Para ir no porão, a nossa única opção é uma caixa de transporte dura, feita de fibra de carbono ou plástico duro. Tente não economizar muito na caixa, porque caixas de menor qualidade podem ceder, abrir a trava ou virar, e isso pode me machucar. Lembre-se de que ela deve ter espaço suficiente para que eu possa dar uma volta em torno de mim mesmo e ficar de quatro sem bater a cabeça no teto. Mas não exagere no tamanho, pois posso me machucar numa turbulência ou no embarque e desembarque. Ah! E também não pode ter rodinhas, porque a caixa pode virar dentro do avião, ok?
  • Se for a primeira vez, não esqueça de me dar um tempo para a adaptação e de fazer com que a minha caixinha seja confortável.
  • No caso de viagens longas, pratos de comida e água devem ficar fixos na caixa de transporte, existem produtos específicos para isso. Em vôos curtos não é necessário colocar comida, porque só estando hidratado eu me viro bem, e com muita comida eu posso passar mal. Coloque na minha caixa o meu brinquedo favorito e a minha manta, se a tiver, para que eu me sinta mais seguro.
  • Não deixe de colocar uma etiqueta com o local de destino e dados para contato, além de instruções sobre fornecimento de comida e água, se necessário.
  • Quanto aos valores, cada empresa aérea tem as suas regras. Podem cobrar uma taxa fixa por animal, ou além da taxa fixa ainda cobrar por quilo do animal com a caixa de transporte, e ainda existem outras que só cobram por quilo do animal com a caixa de transportes.
  • Alguns países não permitem que eu viaje com você, no mesmo vôo. Eles exigem que eu seja enviado como carga viva para exportação, o que também não tem problema, porque é um método até mais seguro e evita extravios. E eu te encontro no aeroporto no destino. Nestes casos, o preço da minha viagem fica um pouco mais caro, variando de acordo com as dimensões da minha caixinha de transporte, e é obrigatório que você contrate um despachante ou empresa especializada para fazer o embarque.
  • Escolha com cuidado a data e o horário do vôo. Os meses de verão e de inverno são inconvenientes para animais que tenham de viajar no porão. Nesse caso, se a temperatura na cidade de origem ou na de destino estiver abaixo de 7 graus ou acima de 30 graus, é melhor desistirmos do vôo. Nos dias mais quentes, melhor viajarmos à noite; nos mais frios, prefiro os vôos diurnos.
  • Dê preferência a vôos diretos, ou seja, sem escala. Em caso de vôos com conexões, cheque com a companhia aérea se os aviões terão compartimento pressurizado para animais. Algumas empresas como possuem espaços e serviços especiais para atender pets nesta situação. A Lufthansa, por exemplo, disponibiliza no aeroporto de Frankfurt (Alemanha), um “animal lounge” especialmente feito para que cuidem de animaizinhos em conexão. Cada um tem sua baia individual, e cuidados veterinários, deste jeito eu espero pelo próximo vôo tão confortável quanto você. Na American Airlines, lounges denominados “Pet Relief Area“, são disponibilizados em diversos aeroportos para que os pets possam relaxar antes da viagem ou durante a espera em conexões. Geralmente são áreas gramadas, com água e supervisão.
  • Faça a minha reserva com o máximo de antecedência, juntamente com a sua. Assim poderemos garantir a minha vaga já que o número de animais permitido por aeronave é limitado. E ligue uma semana antes para reconfirmar. Desta forma, é certeza que eu não fico para trás na última hora e nós viajamos no mesmo voo.
  • Chegue cedo ao aeroporto e confira com a companhia aérea as condições para o meu transporte. A média recomendada é de três horas antes. E se tiver algum probleminha, teremos tempo de resolver.
  • Sedação nem pensar! Muito menos por conta própria!! Se achar necessário, converse com o meu veterinário para a administração de algum calmante bem fraquinho, de preferência um floral caso eu seja muito agitado. Sedação não funciona direito, porque ela só dura por três horas, e eu posso acordar no meio do vôo. Imagine!! Será muito pior acordar sem saber o que está acontecendo e sem você por perto para me acalmar. A sedação também pode fazer com que eu perca a minha habilidade natural de manter meu corpo em equilíbrio. Também em caso de turbulências, eu não poderei me defender,  me segurar na caixinha e poderei me machucar. Além disso, a altitude pode provocar algum efeito não-esperado no organismo, se eu estiver sedado. A Associação de Veterinários dos EUA concorda comigo. Quer ver?? Então clique Aqui.

Veja Informações das Companhias Aéreas
 

 

 –Air Canadá

– Air France

– Alitalia

– American Airlines

– Avianca

– Azul

– Bristish Airways

 – Continental Airlines

 – Delta

– Frontier Airlines

– Gol

– Iberia

– Japan Airlines

– Lufthansa

Mid West

– KLM

– Lan

– Passaredo

– Qantas

– Royal Air

– Singapore Airlines

– South African Airways

– TAM

– TAP

– Thai Air

– United

– Varig

Virgin Australia

A companhia aérea aceita cães e gatos em vôos domésticos e intenacionais

A empresa incluiu os pets nos benefícios do Programa de Milhagens. Ou seja, clientes acompanhados de pets, ganharão pontos extras pela viagem do animal

Veja informações e regras da companhia para o transporte de animais domésticos AQUI

Sobre o programa de fidelidade, Velocity Frequent Flyer, clique AQUI


 – Webjet

 

UMA VEZ HOSPEDADOS…

  • Conheça e respeite todas as restrições e políticas estabelecidas por cada estabelecimento.
  • Mantenha-me sempre na guia e sob supervisão.
  • Procure conhecer as áreas do hotel onde a minha circulação está liberada. A maioria dos estabelecimentos não permite que os pets circulem em áreas como a piscina e a sala interna do restaurante. Não queremos ser inconvenientes, né?
  • Não me deixe sozinho no quarto. Eu posso causar danos ou latir de saudades e incomodar os outros hóspedes.
  • Me ajude a manter a limpeza dos locais onde circularei mantendo as minhas patas limpas e secas, não permitindo que eu suba nos móveis, etc. Vamos deixar o local nas condições em que encontramos sem causarmos necessidade de limpezas extras ou reparos por nossa culpa. Além disso, não queremos quebrar a confiança e fazer com que eles desistam de serem tão receptivos com a gente, não é mesmo?
  • Me leve para fazer as minhas necessidades, de preferência, fora do hotel e recolha a sujeira “produzida” por mim.
  • Seja responsável por quaisquer incidentes ou acidentes causados por mim.

E PARA DESFRUTAR DO DESTINO ESCOLHIDO…

  • Me deixe desfrutar das áreas livres dos hotéis, me encher de carrapicho, rolar na grama, correr bastante….a viagem deve ser inesquecível para nós dois.
  • Na praia, verifique se sou bem-vindo e, após os mergulhos no mar, me dê um banho e seque bem meus ouvidos, para evitar otite. E você sabia que nós, pets, também podemos ficar queimados de sol? Evite esse desconforto deixando-me na sombra nos horários mais quentes e mantendo-me sempre bem hidratado. Se a minha pelagem for clara, é preciso levar filtro solar, pois a exposição ao sol pode ser prejudicial à minha saúde.
  • Piscina com cloro também merece atenção especial: é preciso uma boa ducha para tirar o cloro e secar bem o pêlo.
  • No campo, corro o risco de ser picado por insetos. Aplique remédio contra pulgas e carrapatos antes de partirmos e examine o meu pêlo todos os dias.
  • Se eu tiver estômago sensível, leve também água mineral para evitar que eu fique com diarréia. Misture com a água do local visitado, até que eu me acostume.
  • A mudança de ambiente também pode ser um fator de estresse. Além disso, alguns cães ressentem-se da viagem e estranham o novo local. Durante os dias de férias, é importante mantermos a minha rotina de alimentação e necessidades. Se eu estiver acostumado com tapetes higiênicos ou jornal, é recomendável que os mesmos sejam colocados à minha disposição e mostrados a mim logo na chegada ao destino, para que eu me localize. Se eu tenho o costume de fazer as minhas necessidades na rua, mantenha o meu horário rotineiro para isso. Mas, não se preocupe, rapidamente a gente se adapta às novas condições e tudo vira festa.
  • E se eu me perder??? Não deixe o tempo passar. Entre logo em contato com os órgãos públicos de controle de zoonose, as entidades de proteção aos animais e os veterinários localizados num raio de até 100km da região em que eu desapareci. Espalhe cartazes com a minha descrição e o telefone do nosso hotel. O ideal é ter sempre à mão uma foto minha, para poder copiá-la e exibi-la para as pessoas.
  • Na volta pra casa, se eu ficar arrasado, cansado, esgotado, jogado no chão, não fique se perguntando se eu estou triste ou se não gostei da viagem. Pode ser só o tal “Mal da Segunda-Feira” que me pegou.

SUGESTÃO CHECK LIST PARA BAGAGEM PET

  •   Kit de primeiros socorros (consulte o meu Vet)
  •   Medicamentos (caso esteja usando algum)
  •   Certificado de vacinação
  •   CZI e outras documentações solicitadas (Para viagens internacionais e de acordo com o destino)
  •   Telefone de um médico veterinário ou clínica 24 hs no local da viagem.
  •   Itens para higiene (shampoo, toalhas, escova e pasta de dentes, escova, etc)
  •   Tapete higiénico ou jornal (se estiver habituado)
  •   Etiqueta de identificação
  •   Proteção contra pulgas e carrapatos (poderá ser aplicado antes da viagem)
  •   Guia e coleira
  •   Fotografia (Para o caso de eu me perder)
  •   Reservatórios para água e comida
  •   Ração em quantidade suficiente para a duração da viagem
  •   Brinquedos preferidos
  •   Ossinhos
  •   Saquinhos para recolher dejetos
  •   Caminha
  •   Manta

 

fonte: turismo4patas

Empresas estão com promoção de passagens para NY a partir de R$ 1.570

As ofertas são válidas para embarque em fevereiro e a compra pode ser feita até o dia 31 de janeiro

A Delta e a United Airlines estão com promoções de passagens para Nova York. Os bilhetes, de ida e volta, estão saindo por R$ 1.570, sem taxas. As ofertas são válidas para embarque em fevereiro e a compra pode ser feita até o dia 31 de janeiro.

Morgadu/ultradownloads.com.br

O embarque pode ser feito em mais de 15 cidades do país, entre elas Aracaju, Campo Grande, Cuiabá, Florianópolis, Foz do Iguaçu, Imperatriz, Londrina, Macapá, Maceió, Natal, Navegantes, Manaus, São Paulo, Uberlândia e Vitória.

Para quem parte de Manaus, a passagem sai por R$ 1.358, sem taxas, pela American Airlines.